Um rei morto, o rei colocou: recentes incursões nas monarquias


É a semana da abdicação. E não vamos nos enganar, se fosse uma luta de boxe, os ingleses ganhariam por nocaute técnico.

À esquerda do anel, Enrique VI e Isabel II. À direita, Graça de Mônaco.

O discurso do Rei (2010), interpretado por Colin Firth.

A rainha (2006), interpretado por Hellen Mirren.

Graça de Mônaco (2014), interpretado por Nicole Kidman.

Rodada 1: De um lado do ringue, dois Oscars de Melhor Atuação Principal para Firth e Mirren. Na outra, uma crítica feroz à falta de expressividade após as sessões de botox.

2 ª rodada: Por um lado, críticas marcantes das performances (principais e secundárias, com o brilhante e convincente Geoffrey Rush, Michael Sheen, Helena Bonham Carter ou James Cromwell), a encenação, os enredos, o as configurações e os condutores (Tom Hooper -Oscar para melhor direção- e Stephen Fears -Nominado-). Por outro lado, Grace foi saudada no último Festival de Cinema de Cannes (sua estreia mundial) com vaias e críticas devastadoras da imprensa.

Rodada 3: Vendo o que foi visto, o árbitro da partida decide chamar alguém do público para sair em defesa dos monegascos, mas os únicos que aparecem são os espanhóis com seus filmes de tv. Entre o público, frases como: “O remédio é pior que a doença.

Sofia, da Antena 3 Televisión.

Felipe e Letiziapela Telecinco.

Rodada 4: Grace não aguenta mais e cai no tapete. Fim do combate.

E é que reis, rainhas, coroas, quartos, escondem muitos segredos e histórias cinematográficas. Mas você tem que saber contá-los. E se não, deixe-os dizer Jogo dos tronos.

Ah, vejo você nos cinemas.


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