Bancadas por Con


Muito perto de Cangas de Onís, a 12 km, na estrada que faz fronteira com os Picos de Europa a norte e chega a Panes, na fronteira com a Cantábria, fica a localidade de Mestas de Con. Estive lá em Agosto passado Alguns dias, alojado num apartamento na Casería El Hondrigu, apreciando a paisagem dos Picos de Europa. Foi a primeira vez que fui a este alojamento e adorei-o, assim como a casa rural Aldea de Con, onde tinha estado alojado em anos anteriores. PARAAmbas as casas estão localizadas, muito próximas uma da outra, na parte alta da cidade. Têm instalações impecáveis ​​e seus proprietários são muito simpáticos e atenciosos com seus hóspedes.
Na vila só existia uma mercearia, na esquina da estrada, a Casa Luís, que também é bar e tabacaria e onde se pode comprar pão e as coisas mais básicas, embora este ano tenham aberto outra loja mais para o interior. do povo. Não há talho nem peixaria, mas a proximidade de Cangas de Onís torna isto não problemático. Na mesma rua existe apenas um refeitório, a Casa María. Um restaurante que ficava na entrada da vila, o hotel restaurante La Ruta, eles acabaram de sair como um bar, porque aparentemente a crise econômica também chegou até aqui. Uma pena, porque deram um pixin extraordinário. De qualquer forma, ainda há a casa de cidra, onde se pode tomar o prato do dia, ou um sidriña, sentado muito confortável em uma das mesas de madeira que estão dispostas na campina em frente ao estabelecimento.
De Mestas de Con você pode fazer muitas excursões ao leste das Astúrias. Pode-se subir a Los Lagos, visitar Covadonga, ir às Arenas de Cabrales, fazer o percurso Cares, ou mesmo ir às praias de Llanes se o tempo estiver bom. Mas a excursão que mais gosto e que já fiz duas vezes é a chamada “Ruta de Pepín” numa localidade muito próxima chamada Sirviella, que pertence ao concelho vizinho de Onís. Francisco jose Díaz “Pepín”, pastor de turistas como o chama um jornal local, montou um roteiro que consiste em fazer um passeio didático a pé pela cidade, onde Pepín explica como é a vida rural na região, como se configura a paisagem, como o pasto evoluiu e muitas outras coisas. Às vezes, chega a convidar turistas para apresentações teatrais de situações comuns na aldeia. Assim, por exemplo, certa vez foi minha vez de ser pai de uma jovem que aproveitou a passagem pela lavanderia da cidade para flertar com o namorado. Depois do passeio e em casa de sua propriedade, Pepín mostra, entre o culín e o culín de cidra, como fazere elabora isso e o que é mais importante como é a cultura da sidra, suas raízes sociais e seu significado nas relações de amizade para depois mostrar a vocês na fazenda La Torralla, onde Pepín tem sua base, uma variedade de animais nativos como o cavalo Asturcón, a cabra vermelhão ou a galinha pita pinta. Mostra também uma típica cabana que reconstruiu no seu prado, sem lareira, como a que os pastores de verão nos Picos de Europa utilizavam para fazer o queijo gamoneu. Pepín é um entusiasta da galinha pita pinta e até colaborou com um Departamento da Universidade de Oviedo para evitar a sua extinção.
A visita termina no refeitório La Torralla com um almoço degustação de lprodutos típicos da região; o queijo gamoneu, quer do vale quer dos picos que se diferenciam por ter sempre o queijo do vale e o dos picos só no final do verão quando descem os pastores das montanhas, as tortilhas de batata, os chouriços, o morcela e, claro, a cidra feita na ferida do Pepín.
Antes da despedida o Os turistas costumam perguntar como e onde podem comprar os produtos típicos da região, principalmente o queijo gamoneu. Depois Pepín, muito gentilmente, fornece as informações necessárias e as devidas indicações sobre onde e quando comprar o genuíno queijo Gamoneu, o dos Picos.

Recursos relacionados a Mestas de Con:

  • Fotos Parador Cangas de Onís

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