Seja feliz, felicidade ... não morra devagar


O que é felicidade? Talvez um dos argumentos, pilares e tópicos mais discutidos na literatura, folosfía, poesia ... Diferentes doutrinas tentam narrar seu conceito de felicidade.

Neste poema, o autor nos traz SUA felicidade e sentimentos sem morrer lentamente ao longo do caminho. Um poema de reflexão que nos ajudará a aprender mais sobre aquelas pequenas coisas que nos fazem sorrir todos os dias.

Quem não viaja morre devagar,
quem não lê,
quem nao ouve musica,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morra devagar
que destrói seu amor-próprio,
quem não deixa ajudar.
Morra devagar
quem se torna escravo do hábito
repetindo o mesmo todos os dias
viagens,
quem não muda de marca,
você não ousa mudar a cor do seu
roupas
ou não fale com quem não
conhecido.
Morra devagar
quem evita uma paixão e seu redemoinho
de emoções,
você está apenas devolvendo o brilho
aos olhos e restaura os corações
quebrado.
Morra devagar
quem não vira a roda quando está infeliz
com seu trabalho, ou seu amor,
quem não arrisca o verdadeiro ou o incerto para ir
atrás de um sonho
que não se permite, nem mesmo uma vez na vida,
fugir de conselhos sensatos ...
Vive hoje!
Dê uma chance hoje!
Faça hoje!
Não se deixe morrer lentamente!
NOTA NÃO SEJA FELIZ!

Texto atribuído a Martha Madeiros - embora também tenha sido atribuído a Pablo Neruda (*)

Cada vez que completamos nosso aniversário morremos lentamente ...
Neruda (ou alguém que quis passar) nos convida a não morrer devagar e ser felizes ...
É nossa sugestão para você enviar aos seus entes queridos

(*) Cerca de vinte "autores" diferentes reivindicaram a autoria deste texto.


Vídeo: SEJA FELIZ - Marisa Monte - OQVQSDV


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